Educação e exemplo

Quando pensamos já ter visto tudo, em termos de acinte e afronta aos cidadãos, somamos fatos novos. Pela bizarrice e pelo pitoresco (tragicômico, até), o fato acaba juntando à indignação dos cidadãos a galhofa e o nojo da sociedade. Agora, é o Ministério da Educação que se vê no picadeiro. Depois da fuga do ex-titular, para que a Polícia não o alcance, há um nomeado que não pode tomar posse. Pesam sobre ele ilícitos de que o mais evidente (e recorrente, ao que se se sabe até agora) parece ser o de falsificação ideológica. Logo ele, rejeitado pela ala chamada ideológica do atual governo... Não há, em verdade, a indicação de delitos ligados ao tratao da coisa pública, como ocorre com algum de seus ex-futuros (ou, quem sabe, futuros?) colegas. Nem por isso o perfil de Carlos Decotelli é melhor que o deles. Pelo menos para os que veem o exemplo como um dos instrumentos mais apreciáveis da educação. Ou o propósito é levar à extinção do órgão?:

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