Desmonte do estado e ignorância

Não é de hoje que afirmo ser possível descartar servidores públicos que não cumprem seus deveres funcionais. Disso trata o período de estágio probatório, e não é de hoje. Os chefes fogem à responsabilidade de seu cargo e aprovam todos os servidores, sem lhes avaliar o desempenho. A Constituição de 1988 ratificou essa exigência. Só que, até agora, os dispositivos constitucionais não foram regulamentados. Daí é que vêm os números relativos à exoneração de servidores públicos federais: dos 7.766 mandados para casa, 65% praticaram corrupção; 25% foram excluídos por abandono do emprego, falta de assiduidade e acumulação de cargos. Divulgar que não existe base legal para exonerar e demitir é, simplesmente, mentir. E esconder do contribuinte e cidadão os verdadeiros responsáveis, merecedores da defenestração mais que os outros.

6 visualizações2 comentários

Posts recentes

Ver tudo

Onde andam?

Antes, perguntava-se por Fabrício Queiroz. Até o braço direito do Presidente da República ser encontrado na casa do advogado Richard Wasseff, em Atibaia. Desapareceu agora, o General-Ministro Augusto

Pranto pela Amazônia e por Manaus

Do consagrado poeta João de Jesus Paes Loureiro, o visitante encontrará em ESPAÇO ABERTO a manifestação do professor paraense sobre a tragédia por que passamos. O título desta nota é o mesmo que ele d

Não combinam

Qualquer manifestação de talento irrita os ignorantes. Não fosse assim, a memória do poeta João Cabral de Melo Neto seria poupada da infâmia contra ela desferida, pelo Presidente da República. O gesto

Arquitetado e Produzido por WebDesk. Para mais informações acesse: wbdsk.com

Todos os Direitos Reservados | Propriedade Intelectual de José Seráfico.