Desmonte do estado e ignorância

Não é de hoje que afirmo ser possível descartar servidores públicos que não cumprem seus deveres funcionais. Disso trata o período de estágio probatório, e não é de hoje. Os chefes fogem à responsabilidade de seu cargo e aprovam todos os servidores, sem lhes avaliar o desempenho. A Constituição de 1988 ratificou essa exigência. Só que, até agora, os dispositivos constitucionais não foram regulamentados. Daí é que vêm os números relativos à exoneração de servidores públicos federais: dos 7.766 mandados para casa, 65% praticaram corrupção; 25% foram excluídos por abandono do emprego, falta de assiduidade e acumulação de cargos. Divulgar que não existe base legal para exonerar e demitir é, simplesmente, mentir. E esconder do contribuinte e cidadão os verdadeiros responsáveis, merecedores da defenestração mais que os outros.

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