Da metrópole

Rindo e chorando, chorando e rindo - vai-se vivendo. Ainda nem saiu da memória a cena ocorrida em cidade dos Estados Unidos da América do Norte, cena semelhante, apenas adaptada ao calor tropical, consuma-se em Porto Alegre. O céu é outro, a temperatura também. Protagonistas e vítima, porém, se equivalem: agentes de segurança no papel principal ; um negro, premido por asfixiante joelho, no outro. Lá, se chama racismo, aqui, ação de um imbecil. No dizer de uma pessoa de cor igual à de João Alberto Silveira Freitas - esse o nome da vítima brasileira. Diziam os romanos estar no nome o destino. Não será tão fortuito o nome do Presidente da Fundação Palmares. Como não o é o exemplo seguido da metrópole.

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