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Crimes, ódio e esperteza

O fato de haver contraventores e criminosos dentre os extraditados brasileiros, hipótese plausível e provável, não exclui o dever de tratamento digno a lhes ser dispensado. Ora, se mesmo nas guerras tão ao gosto da direita internacional os litigantes estão limitados pelo que se chama crimes de guerra, não é gesto humanitário o que o governo Trump vem fazendo com colombianos, brasileiros e outros otários que ainda alimentam o envelhecido sonho americano. Se os governos, de Hitler, Videla, Mussolini, Salazar, Franco, Netanyahu e outros da mesma trágica e odiosa estirpe deixaram de cumprir esses preceitos, azar o deles. Mais que meras especulações intelectuais, os deveres impostos por numerosos tratados internacionais aos governantes não podem ser descumpridos, e seus autores tolerados. A dignidade humana, em especial para os que se apresentam como cristãos, deve ser colocada acima de qualquer outra consideração, se há o mínimo de honestidade nos que costumam usar o nome do pregador nazareno para todos os fins, acumular riqueza, inclusive. Ocorre-me sugerir que o governo brasileiro tem a obrigação de pedir cabal explicação das razões por que, um a um, os brasileiros foram mandados de volta. Consequência, a instauração das providências policiais e judiciais contra os possíveis delinquentes não pode demorar. Os outros, enquanto o delírio do sonho americano não for tipificado como crime, que sejam deixados em paz. Pode até ser que alguns desses tenham alcançado com as algemas, grau de inteligência suficiente para não se deixarem mais enganar. Haverá sempre espertalhões, onde haja otários.

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