Covid-19 mata imortal paraense


Gengis Freire de Souza, fundador e Presidente da editora CEJUP, de Belém, morreu dia 19 deste mês. A editora nasceu em 1979 e depois transformou-se em Cultural Brasil. Pela primeira, o editor deste blog publicou Memória Talvez Precoces, em 1995. Já em 2019, Sete Mentiras Capitais. Os originais da novela Guardador de Vidas, do mesmo autor, seria lançado este ano. Daqui, a solidariedade à família de Gengis, contemporâneo de José Seráfico no Curso de Direito da UFPA. Gengis pertencia à Academia Paraense de Letras.

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