Como seria aqui?

O que fará o General Vice-Presidente, Hamilton Mourão, na – se não for mais que hipótese demasiado imaginária – ocorrência de decretação do impeachment do titular do cargo? Alguém espera que ele se conduzirá como Mike Pence, o substituto de Donald Trump? O vice-Presidente norte-americano negou-se a apoiar o Chefe, e agiu estritamente como recomenda a Constituição de seu país. E o líder governista no Congresso daqui repetiria a conduta de seu colega dos Estados Unidos da América do Norte? Lá, Mitch McConnell também recusou o fardo ingrato que o Presidente lhe jogou sobre os ombros. Na Suprema Corte, nem a bancada fiel ao derrotado atreveu-se a lhe seguir os passos. Todos preferiram obedecer a Constituição, como o havia feito um grupo de altos oficiais do Pentágono. Forma digna de revelar sua oposição ao título de república bananeira, a que tentara reduzir aquela nação o Presidente em dias finais de mandato. Que os problemas a serem levados à Justiça norte-americana o ponham fora de disputas eleitorais futuras! A prisão será seu destino, se justiça houver.

2 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Baralho

As cartas estão na mesa. Foram conferidas e embaralhadas. Chegada a hora da partilha, a distribuição dentre os jogadores sem o que não há jogo, dá-se por falta de um jogador. Dependendo da modalidade

Tambor cheio

Fabrício Queiroz (aquele melhor amigo encontrado em Atibaia) avisou: minha metralhadora está cheia. Mais claro o amigo número 1 não poderia ser, quanto às intenções. Dúvidas restam apenas quanto à ord

Repondo a verdade

A necessidade de uma reforma administrativa parece-me indiscutível, mas por motivos e com finalidades absolutamente contrários aos que vêm propalando governo, congressistas e patrões. Com o coro engro