Como explicar?

A SEFAZ anuncia investimentos no Estado, graças à manutenção de níveis crescentes de arrecadação de tributos. Isso a leva a pagar em dias seus credores, inclusive os servidores públicos do Estado. Num certo sentido, tais notícias se chocam com a choradeira que toma conta de certos segmentos empresariais, sempre queixosos de que estão à porta da miséria. É certo que, em meio à pandemia que mata ainda muito inimigo da vacina, do afastamento e da máscara, há os que festejam lucros jamais experimentados. Mas é preciso estudar os dois fenômenos - o aumento da arrecadação e o chororô -, porque nesse caso as contas não batem.

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