Cantar e dançar

Certa vez, o ex-sinistro da (Des)Educação usou as redes sociais, onde apareceu cantando e dançando, na esperança de que alguém descobriria nele algum talento. Alguma coisa que obscurecesse suas mediocridade e grosseria. Imaginou-se um Gene Kelly anacrônico. Agora, os advogados desejam que esqueçamos, inclusive os membros do Poder Judiciário, da imagem de Fabrício Queiroz, dançando nas dependências de um hospital. Vai ter que dançar, mesmo, em Bangu. Quem sabe acha por lá alguma laje...

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Há vinte e quatro anos, em outro 02 de maio, deixava-nos Paulo Freire. Doze anos depois, foi embora Augusto Boal. O pensamento e a ação de ambos, dignificantes e justificativas da nem sempre provada s