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Cabeça e fígado

Walter Salles Júnior, o laureado cineasta brasileiro premiado com o Óscar, todos sabemos ser herdeiro de uma das maiores fortunas do País. Graças às facilidades que o dinheiro pode proporcionar, o artista adquiriu cultura, sem que seus objetivos se limitassem à contemplação do próprio umbigo. Por isso, há de repercutir o discurso por ele proferido, em recente sessão comemorativa do centenário das Organizações de Roberto Marinho, quando defendeu a taxação das grandes fortunas. É com a cabeça que ele pensa, não com o fígado. Menos, ainda, com os intestinos, responsáveis pela obra de tantos outros que se pretendem humanos.

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