Ato falho

Para que serve o ato falho? Não aprendi em Freud, nem em Nietzsche, mas suponho possível levantar hipóteses. Uma delas: para trazer à tona o que trafega na escuridão da cabeça de certo tipo de animal. Mesmo quando se os admite partícipes do que chamamos humanidade. A viagem de João Doria a Miami, quando os coestaduanos (por ele governados, aqui a trágica ironia) enchem as covas dos cemitérios, foi apenas um ato falho. Também é nossa a falha, quando, com medo de cometer incorreção política, vemos alguma possibilidade de um eterno mascarado ostentar valores minimamente humanos.

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