Alhos e bugalhos

Admitem-se equívocos, quando eles decorrem da boa fé de quem os comete. Diferentes são os que os praticam com pleno conhecimento de causa. Fingem-se de ignorantes para disseminar mentiras e delas tirar proveito. É o caso das fake news plantadas nas redes antissociais, sobre o cacique Raoni. Atribuem a ele falcatruas que teriam sido cometidas contra uma empresa britânica. As redes que ainda mantêm um resquício de dignidade, todavia, começam a desmascarar a fraude. Só os desonestos continuarão ignorando que Raoni é de um grupo tribal de Mato Grosso, não do Pará. E fará a distinção entre o velho cacique e Paiakan, o índio kalapalo que de fato manteve relações comerciais com os britânicos.

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