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A pirâmide de Trump

6 de mar. de 2025
2 min de leitura

Atualizado: 7 de mar. de 2025

Faz poucos dias, a Presidente do México Cláudia Sheinbaum protestou contra as decisões do Presidente dos Estados Unidos da América do Norte. Altiva e irônica, a manifestação da mexicana insinuou a ignorância de Trump, em relação à sociedade internacional. A começar por seu desconhecimento a respeito das pirâmides, do Egito, do Sudão, do México e de tantos outros lugares no Mundo. E de muito mais. O que o faz merecedor da frase dita por um professor de Medicina da Universidade do Brasil, referindo-se a um colega: o que ele não sabe daria uma enciclopédia. Cláudia Sheinbaum talvez mudasse o teor de seu protesto, quando soubesse do conceito que o Nobel de Economia Paul Krugman, norte-americano, atribui ao patrocinador do holocausto palestino. O Professor da Universidade de Princeton considera a reserva estratégica de criptomoeda, criada pelo Presidente de seu país, o maior golpe financeiro de todas as épocas. Como as pirâmides financeiras conhecidas e criadas no Brasil, elas terminam em grande perda para os pequenos investidores e enriquecimento ainda maior para os potentados. Golpe que lesou milhares de argentinos, depois que Javier Milei criou a criptomoeda $Libra. A criptomoeda $ Trump, cujo pai é Donald, gerou os mesmos efeitos. Não para nisso a crítica de Krugman. Ele aponta na direção da Casa Branca, ao informar que o ex-CEO do banco Cantor Fitzgerald é hoje o Secretário de Governo de Trump. Esse o banco estabelecido em Dubai, de onde saiu, por ação de hackers, dinheirama (US$ 1,5 bilhão) desviada para a Coreia do Norte. Certamente, a partir do artigo do colunista do New York Times publicado hoje, Cláudia Scheinbaum fará diferença entre pirâmides e pirâmides. As do Egito, México, Sudão e outros países testemunham a vida de sociedades que nos antecederam. As de Trump, Milei e seus seguidores, oferecem informações sobre a quanto pode descer a espécie humana.

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