A morte de Inês

Repetem-se as tentativas de retirar de Manaus as vantagens fiscais que a 117ª experiência econômica praticada no Mundo em 1967 asseguravam. De novo os autoproclamados defensores da Economia amazonense terão que desviar os olhares dos livros caixa, razão e diário, para elaborar manifestos e documentos. Como sempre foi e, tudo indica, jamais deixará de ser. Não faltarão títulos para premiar, ornados de subserviência e parasitismo, os que retirarem os bodes postos por eles mesmos e seus prepostos, a infernizar e tornar malcheirosa a sala. O tratamento aos exportadores, em torno do qual agora desaba o chororô costumeiro, não demora ensejará o velho, falso e abjeto espetáculo dos cenhos cerrados, voz tonitruante e palavras vazias. E Inês é morta a cada nova manifestação da vontade dos governantes.

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