A morte acima de tudo

Chegam-me ao conhecimento notícias que, nem por repetitivas, privam-me do medo. Embora incapaz de surpreender-me, o que em si é nada louvável, sou tomado de enorme desgosto. Não por mim mesmo, percorrendo já o caminho de volta. Ver a quantas anda o processo de sacralização das armas - e, em consequência, da violência - não é coisa de somenos. Menos, ainda pode deixar insensível quem tem descendência. É disso, porém. que tratam as autoridades da Cultura, como denunciou o deputado federal gaúcho Henrique Fontana. Para isso, o (des) governo federal utilizará os recursos da Lei Rouanet, como vídeo postado nas redes antissociais o comprova. A segunda notícia vem do Canadá, nação até pouco tempo considerada exemplar em políticas sociais. Lá, a eutanásia pode surgir como solução para a pobreza. Bastará matar ou facilitar a morte dos pobres. O divulgador da sacralização das armas é secretário de Fomento da Secretaria da Cultura, um tal André Porciúncula. O escritor português João Pereira Coutinho informa sobre o Canadá.

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