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A calçada da infâmia

Mais um candidato ao pódio do opróbrio apresenta suas credenciais. Chama-se ele Anderson Wagner Góis dos Santos. Como tantos de sua desafortunada espécie, cria mentiras e assaca ofensas contra os que ganham a vida com o suor de seus próprios corpos. Tenta passar-se por ilustrado, contrariando a possibilidade da existência de déspotas esclarecidos. Por causa disso, segue a trilha do ex-quase-tudo Sérgio Moro, para atribuir à conje mulher o crime de que Beccaria não tratou - o débito conjugal. Quando a ignorância é profunda, abissal, ela avança por espaços tão amplos, sem conseguir a atribuição de qualquer virtude ao seu portador. Embora seu esforço por colocar-se acima dos que dependem de sua caneta, instrumento bem ou mal usado, segundo o discernimento do que a usa. Disso decorre a previsão apocalíptica do Wagner que de santo nada tem, em relação ao diagnóstico da conta-corrente conjugal por ele considerada. Dia haverá, caso concedida a mínima credibilidade ao que o procurador escreveu, em que o Código Internacional de Doenças, o CID, atribuirá número à "doença" por ele diagnosticada. Nem se dá conta de que a imbecilidade é doença. Das mais graves e, parece agora, altamente transmissível.

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