A alegria da morte

Engana-se quem pensa que a morte só é festejada pelos herdeiros necessários e presumíveis do homem de bens. A alegria da morte também alimenta outros apetites, inclusive a permanência no poder. Desde o assassinato de César, a História recheou-se de episódios reveladores do monstro que cada um traz dentro de si. Se é que Caim, bem antes, não reivindicava o poder. A reação à interrupção da pesquisa do Instituto Butantan e o regozijo dos que a festejaram diz muito sobre isso...

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