Será?

Um grupo de 170 acadêmicos holandeses assinou documento em que aponta para o que vem sendo chamado de "Economia do decrescimento". Os fundamentos incluem a redistribuição da riqueza, a redução da jornada de trabalho, empregos compartilhados (?), ampliação da assistência social à população; agricultura regenerativa, cancelamento da dívida de pequenas e micro empresas, especialmente para os países do hemisfério sul. Se vingar, será importante passo na superação da desigualdade vigente. Num certo sentido, amplia a opção mais justa que mencionei em texto anterior: dada a desigualdade reinante, melhor é não crescer. Evita o aprofundamento da desigualdade.

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