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À memória dos que defenderam o Homem

Ato realizado na catedral de São Paulo na manhã de hoje reuniu sacerdotes e lideranças de inúmeras crenças, cristãs ou não, em memória do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Don Phillips. Lá havia desde representantes da Igreja de Francisco, xamãs das comunidades indígenas, metodistas, mórmons, pais-de-santo e outras denominações religiosas, unidos para denunciar e repudiar o uso da violência e a cultura de ódio que se espalha por todo o País e assassina, além dos opositores, as esperanças de mais de 215 milhões de seres humanos. Outros defensores dos direitos humanos e da democracia, como Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Cláudio Hummes e o jornalista Wladimir Herzog foram igualmente lembrados. Entoando hinos dos povos nativos e religiosos, os presentes foram presididos pelo Pe. José Bizon. O indígena Máximo Wassu que dirige a aldeia Ibis Menino de Freitas proferiu uma oração em homenagem a Bruno e Don, repetida por todos os presentes, de mãos dadas com as viúvas de ambos.

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