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1º DE JULHO DE 1997 FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE BASQUETEBOL MASTER – APBM


Nossa querida e amada Associação Paraense de Basquetebol Master – APBM –, hoje, completa 28 anos de fundação.

A APBM é a entidade precursora do basquetebol master paraense, que veio proporcionar a oportunidade para muitos atletas e simpatizantes do basquete jogarem por muitos e mais anos. Como também motivou a realização de outros eventos dessa modalidade, em Belém.

A APBM reaproximou vários atletas que, por muito tempo, não se comunicavam.

Hoje, através do grupo "Tributo ao Basquete Paraense", esses amigos, de longas datas, voltaram a interagir entre si constantemente, participando de eventos esportivos e sociais da APBM.

Muitos atletas, que haviam deixado de jogar por mais de 30/40 anos, voltaram a praticar esse esporte e, assim, passaram a competir em eventos regionais, nacionais e internacionais, revivendo momentos inesquecíveis em suas vidas.

Devido ao trabalho sério, responsável, comprometido e transparente, a APBM conseguiu ter o respeito e a credibilidade do público esportivo do Pará, através da divulgação de seus eventos pela imprensa esportiva.

Em honrosa homenagem à APBM, o Governo Estadual, por decreto, em 2023, instituiu o **"Dia do Atleta Master do Pará"**, o que muito nos honra.

Na esperança de podermos, ainda, comemorar essa data por muitos e muitos anos, agradecemos, aqui, a todos os associados, antigos e atuais, patrocinadores, imprensa esportiva e amigos, que sempre colaboraram para o crescimento da APBM.

Muito obrigado.

DIRETORIA APBM

 
 
 

Brasília, sábado, 27 de junho de 2025. A temperatura estava entre 27 e 28 graus. No céu, em fundo de um azul extasiante, as nuvens majoritariamente limpas branco-algodão faziam o prazer dos olhos. Pena que nem todos os usam para ver. O analista do TRF1, Gustavo Seráfico, captou a bela imagem.

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Walbert Monteiro*


O meu querido Colégio Estadual Paes de Carvalho vai completar 184 anos da sua criação oficial pela Lei Provincial n° 97, de 28/06/1841, sendo o segundo mais antigo estabelecimento de ensino oficial do país. Essa data tem sido, por falta de pesquisas exatas, objeto de controvérsias e discussões, porque em sites governamentais e na própria placa comemorativa aparece o dia 28 de julho, o que evidencia um erro. Outra polêmica é sobre sua efetiva instalação. Em artigos anteriores, baseando-me em fonte confiável, considerava ter sido um mês depois, porém, aprofundando a busca, encontrei o registro de sua inauguração em 17/01/1842, conforme o demonstram Andrenson Santos, bolsista PIBEX/ UFPA e membro do grupo de pesquisa Laboratório de Planejamento da Educação Municipal (LAPEM), e Alberto Damasceno, Doutor em Educação pela PUC de São Paulo (1998), e Mestre em Educação Escolar Brasileira pela Universidade Federal de Goiás (1991) em artigo publicado na Revista ”Tempos e espaços em educação”. O Decreto nº 1121 de 1º de novembro de 1892, equipara o Liceu Paraense ao Ginásio Nacional.

Após ter passado por vários endereços, trinta anos depois, em 1871, instala-se definitivamente no belíssimo prédio situado na Praça da Bandeira, construído para abriga-lo, e que sediou, também, outras importantes e históricas instituições culturais.

Como, em artigos anteriores, já me detive em minúcias históricas sobre o CEPC, gostaria de focar na peculiaridade que o distingue sobremaneira: as muitas gerações que por lá passaram, onde despontaram os mais insignes vultos da política, religião cultura, artes e desportos do Pará, cultivam pelo educandário onde realizaram ou aprimoraram seus conhecimentos, um extremado amor que faz palpitar mais fortemente os corações à simples recordação daqueles saudosos e vibrantes tempos escolares ou, como já aconteceu de fato, existe a ameaça de retirá-lo do histórico edifício que ocupa há 154 anos. Não sei se as moças e rapazes que por lá passaram contemporaneamente nutrem essa mesma vibração (imagino que sim!) das senhoras e senhores que já passaram dos 50 anos, mas que, além de cultuarem as queridas lembranças de seus tempos cepceanos, ao se reunirem, comportam-se com o mesmo ardor juvenil daquela época e realizam verdadeiras viagens a um passado que jamais será esquecido.

Realizam encontros periódicos (no mínimo bimestrais) onde impera a alegria e a fraternidade; formam grupos de WhatsApp (eu participo de 2, mas sei da existência de muitos outros) e, como por exemplo, nas iniciativas lideradas pela profa. Dyrce Koury, com participação de um expressivo número de cepceanos antigos, atuam na vida do colégio e ajudam decisivamente na sua manutenção. Cite-se que, recentemente, existiu a séria disposição de desalojar o CEPC cedendo espaço à outra instituição pública. Os cepceanos de várias décadas se movimentaram e, em movimento coordenado de repulsa, impediram que se perpetrasse o atentado. E passaram a contribuir para a recuperação de espaços e móveis, sendo o último a reconstituição do antigo “Salão Nobre”, a restauração de quadros de velhos mestres e governadores que frequentaram os bancos cepceanos.

Saúdo, na passagem deste aniversário, tanto as gerações da velha guarda cepceana, como os atuais mestres e dirigentes, estes na pessoa da dedicada e eficiente diretora Alinne Catro, e todo o corpo discente, com augúrios de que os atuais alunos perseverem neste incrível sentimento de amor pelo CEPC.

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*Jornalista e escritor

 
 
 
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